![]() |
Voz da Alma (Soneto)
Voz da Alma (Soneto)
Meu sonho, vaga inerte, sem motivo Fico a pensar, se estou morto, se estou vivo Esta dúvida do amor que me consome Domina a minha alma e meu abdome Minha razão, ao limite se inclina Ao jugo do fogo ardente que domina Todo meu ser, que fatiga meu sentido Que na vida perdi, por não ter vivido Na vida, tu, foste o amor que eu perdi Lindos sonhos que em criança vivi Murcharam, como as flores que perecem E um a um, sem esperança caíram Assim, meus sonhos em vão ruíram E em violenta tempestade... obscurecem Porangaba,04/04/2012 Armando A. C. Garcia Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com |
| Todas horas estão no fuso horário GMT. A hora actual é 07:01. |
Portal de Miranda do Douro