![]() |
Nas asas do tempo (Soneto)
Nas asas do tempo (Soneto)
Vai-se apoucando a sua formosura Presa nas asas do tempo fugaz Imutável condição da estrutura Que impiamente o tempo é capaz As rugas, são o alígero retrós Trespassada a leda mocidade Vencidas do fausto, logo, avós Marcadas do tempo, sem piedade Teus fenômenos, oh! pia natureza Instrumento geométrico das linhas Consola-lhes o horror dessa tristeza Aos seus olhos de moças, já velhinhas Cura-lhes o tal vício da beleza E que aprendam a ler, nas entrelinhas !.. Porangaba, 08/04/2012 Armando A. C. Garcia Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com |
| Todas horas estão no fuso horário GMT. A hora actual é 07:55. |
Portal de Miranda do Douro